As postagens desse blog são em caráter informal e de apego ao saber popular, com seu entusiasmo, exageros, ingenuidade, acertos ou erros.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Felicidades!

A todos um Natal abençoado e que a Graça e Luz de Cristo
 estejam sempre em nossas buscas nesse novo ano!

 
 "Descobri que não há nada melhor para eles (o homem) 
do que ser feliz e praticar o bem enquan­to vive."
Eclesiastes 3:12
Alguns visitantes em 2014 na Biblioteca Ambiental da SEMA
Agradecemos, sintam-se convidados e sejam sempre bem-vindos!

Até 2015!!!!!!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Revista ICOMI Notícias (Nº 36 - 1967)

A ICOMI Notícias circulou no Amapá entre os anos de 1964 a 1967, totalizando 36 edições. Revistas com importância histórica pelo resgate do cotidiano da Vila de Serra do Navio em seus primeiros anos.  Essa é a edição de Nº 36, do bimestre julho/Agosto de 1967. Material raro e precioso para estudo da ICOMI. 



A parte que me despertou mais a atenção foi sobre o trabalho voluntariado no Corpo de Bombeiros, que era exercido em um sistema de rodízio semanal entre funcionários. Meu pai foi um deles.

Algumas imagens de bombeiros de Serra do Navio.
As apresentações dos bombeiros na frente dos prédios da Administração foram comuns. É o que se vê na imagem da revista, de 1967, e no registro de 1981 por ocasião do desfile de 7 de setembro (foto do acervo  familiar de Rogério Castelo).
Apresentações. Imagens da revista e do acervo familiar de Rogério Castelo.
Treinamentos. Imagens da revista e do acervo familiar de Rogério Castelo. 
Treinamentos. Imagens da revista e do acervo familiar de Rogério Castelo

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Mariana Valadão (Hosana)

Louvai ao SENHOR. Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder. 
Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza.
(Salmo 150.1-2)


Mariana Valadão (Hosana)
(Música de Brooke Fraser)

Eu vejo o Rei da glória vindo com o Seu poder
A Terra vai estremecer
Eu vejo Sua graça os pecados perdoar
A Terra vai então cantar

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas

Eu vejo um povo eleito assumindo o seu lugar
Pra sua fé compartilhar
Eu vejo o avivamento quando o Teu povo orar
 E Te buscar, E Te buscar

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas

Limpa o meu coração
Abre os meus olhos pra que eu possa ver
Com o amor que tens por mim
Te amo
Quero ser igual a Ti
Tudo o que sou é pra Teu louvor
Pois Contigo vou viver pra sempre

Hosana, Hosana
Hosana nas alturas

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

"Niranaê" - Edgar Rodrigues

As bibliotecas sempre reservam surpresas e descobertas. Tenho isso em mente como visitante fiel e também como estímulo para as buscas. 
Uma das coisas que encontrei, já faz um bom tempo e resolvi agora compartilhar, foi o romance NIRANAÊ, de Edgar Rodrigues, publicado no ano de 1997, em Macapá. O principal motivador da leitura foi o caráter indianista, com uma visão dos primeiros contatos com o colonizador europeu. Os índigenas mostrados são os Tucujus e o europeu protagonista é o espanhol Mário Hernandez. É ainda uma das poucas obras neste segmento na literatura local, ao lado de O GUERREIRO TUCUJUS, de C. Cantuária (1989).  


Vicente Pinzón

O autor usou um fato histórico, também controverso, no início do romance, que foi a passagem do navegador espanhol Vicente Pinzón pela costa do Amapá em 1500, antes de Cabral oficialmente descobrir o Brasil. 
Pinzón fez parte da expedição de Colombo, capitaneando a nau Niña, e a ele é atribuída a denominação Costa Palicúria, a primeira referência às terras amapaenses - nome inspirado na presença dos índios Palicur na região. A passagem pelo Amapá e designação da região é causa de discordâncias entre os historiadores, mas o fato serviu de inspiração com a referência de um naufrágio nessa expedição, resultando no resgate do tripulante Mário Hernandez por Itanhaê, pajé na nação Tucuju. Mário é salvo de ser devorado por jacarés, levado para a tribo e, de uma paixão repentina por Niranaê, a bela filha do líder e guerreiro Itaraê, constitui uma miscigenada família, tendo os filhos Hernan, Amália, Luzia, Jacareí e Aracém. Essas são as personagens no romance.

Indígena (Obra de Xavier, 2012)
Li nas versões impressa e disponibilizada em um blog. Tive algumas impressões e a primeira delas refere-se ao ritmo com que a história é apresentada. A passagem do tempo é um pouco acelerada e o autor não se detém em muitos detalhes nisso, deixando certos fatos cercados de mistérios, como o naufrágio no início. Nesse sentido, parece uma obra naturalista, com uma abordagem geral dos primeiros contatos, mostrando histórias verossímeis ou não, bonitas ou chocantes. 
Outro aspecto que notei refere-se às características do indígena. O autor optou por um caminho menos idealizado frente aos escritos indianistas, pois o romance passa uma sensação de ingenuidade e fragilidade do índio, tanto em seu ambiente natural quanto em relação aos colonizadores. Tratando-se da lendária tribo Tucuju, cantada em versos e prosa nestas terras, transparece uma imagem de subserviência, convergindo tudo (liderança, cultura e valorização) para a dominância dos colonizadores. Meu conhecimento de apego popular gostaria de ter admirado mais façanhas e brio deste povo sem a presença do europeu.

 Natureza na arte de Cláudia Cabral

No meio ambiente são mostrados alguns fatos dramáticos, onde a natureza apresenta-se com uma realidade selvagem e indomável, de certa maneira é uma valorização da terra. Lugar para os fortes. O índio testemunha isso em sua vivência e o destino de Luzia que o diga.
A história exprime modernidade em determinados pontos, seja no linguajar ou sucessão de fatos, e é dessa forma que o autor conclui, em uma visão bonita e idílica, ideologicamente também muito otimista e progressista para os idos de 1500. Ô inveja para o Peri... 
É uma obra valorosa, principalmente pelo ineditismo na literatura local, e a leitura foi uma interessante viagem por idos que sonho e até então nunca havia palpado.

Título: Niranaê
Autor: Edgar Rodrigues
Editora: O Dia
Ano: 1997

Páginas: 110
Tema: Romance indianista / Amapá


 No Dia Nacional do Livro fica aí a sugestão. 
Para conhecer o autor e o romance na íntegra veja o blog

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Paz no Trânsito (M. Mota)

Essa canção foi escrita no ano de 2013, por M. Mota, como um trabalho de conscientização dos perigos de se misturar bebidas e direção. Fiz a edição desse vídeo usando imagens que registrei de Macapá.

Paz no Trânsito
(M. Mota)
 Existe um ditado, que bebida e direção
nunca deu certo, só dá confusão

Respeite o nosso trânsito e o nosso irmão
nunca derrame sangue nesse chão

O Vermelho é perigo, o Amarelo é atenção
O Verde é preferência, dê a seu irmão

A vida é importante, só Deus pode tirar
E na tua voltar há um alguém a te esperar

O Vermelho é perigo, o Amarelo é atenção
O Verde é preferência, dê a seu irmão

Algumas frases sobre o trânsito:

"Seja paciente no trânsito para não ser paciente no hospital."
"Seja cauteloso no trânsito, pois além da sua vida existe mais vidas em jogo."  
"É melhor perder um minuto na vida do que a vida em um minuto."
"Mais perigoso do que cavalo na estrada é burro no volante."
(Autores desconhecidos)

"Seja a mudança que você quer que exista no mundo"
(Mahatma Gandhi)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

"Macapá Querida"

Álbum com fotos históricas de Macapá, publicado em 2010 pelo governo estadual e editado pelo Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva. A obra tem cerca de 50 fotos raras mostrando a evolução da cidade do início do século XX até a década de 1970. Uma belíssima homenagem à capital no meio do mundo (fundada em 04 de fevereiro de 1758) que deve ser conhecida por todo macapaense.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Macapá, imagens!

Registros que tenho feito de minha cidade!
Fotos: Rogério Castelo

Bruna Karla (Sou humano)

"Senhor, quero dar-te graças de todo o coração
e falar de todas as tuas maravilhas. Em ti quero alegrar-me e exultar,
e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo."
 Salmos 9:1-2


Deus mais uma vez, segura a minha mão
Minha alma aflita pede tua atenção
Cheguei no nível mais difícil até aqui
Me ajude a concluir

Quando penso que estou forte fraco eu estou
Mas quando reconheço que sem ti eu nada sou
Alcanço os lugares impossíveis,
Me torno um vencedor

Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas tua presença me renova nessa hora
Vem Senhor vem e me leva além
O meu sonho de chegar esta tão longe
Sou humano não consigo ser perfeito
O Senhor vem e me leva além

Deus mais uma vez, segura em minha mão
Minha alma aflita pede tua atenção
Cheguei no nível mais difícil ate aqui
Me ajude a concluir

Quando penso que estou forte fraco eu estou
Mas quando reconheço que sem ti eu nada sou
Alcanço os lugares impossíveis,
Me torno um vencedor

Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas tua presença me renova nessa hora
O Senhor vem e me leva além
O meu sonho de chegar esta tão longe
Sou humano nao consigo ser perfeito
O Senhor vem e me leva além

Me ajude a ousar com minha fé
Sou pequeno eu nao sei ficar de pé
Sou dependente, tao dependente
Vem Senhor ao meu favor

Me ajude a ousar com minha fé
Sou pequeno eu nao sei ficar de pé
Me dá sua mão
Me tira do chão
Vem me ajudar

Estou sentindo minhas forças indo embora
Mas tua presença me renova nessa hora
O Senhor vem (senhor vem) e me leva além
O meu sonho de chegar esta tão longe
Sou humano nao consigo ser perfeito
O Senhor vem (vem) e me leva além (2x)

sábado, 2 de agosto de 2014

História da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Bete Seã

A Igreja Evangélica Bete Seã faz parte do Ministério da Assembleia de Deus A Pioneira, em Macapá. Inaugurada em 22/08/1959, pelo Pastor Vicente Rego Barros, foi a segunda Igreja da AD na cidade. 
Foto: Rogério Castelo/julho-2014
Esse vídeo conta sua trajetória cinquentenária, feito através da pesquisa cuidadosa junto aos membros, com edição da Tenório Vídeos Produções. Apresenta o histórico, relatos de pioneiros e um rico acervo de imagens.



Graças a Deus por tudo!

Congregação Bete Seã nos anos 60 (Foto do Acervo da Assembleia de Deus)



1 Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!
2 A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!
3 O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu!
4 Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente.
 Salmo 84.1 a 4

sexta-feira, 18 de julho de 2014

HQ - Os Cabuçus Nº 7 (Janeiro/2011)

Homenagem à dupla "Os Cabuçus", que perdeu o grande humorista Pádua Borges (Lurdico) nesta quinta-feira 17/07/2014 (Veja). Três historinhas legais dos cabocos pai-d'éguas do Amapá, que vão deixar muita saudade em todos que acompanharam suas aventuras nos programas de rádio/TV, teatro e quadrinhos, como nessa HQ que circulou em Macapá em janeiro de 2011 (tendo a arte de Honorato Jr).  
Vá em paz, Lurdico!!!



Mais em:
HQ - Todos chamados à Inclusão - GEA / 2007  

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Macapá e suas ruas (Rua Cândido Mendes - Reportagem 2012)

A Rua Cândido Mendes, também chamada de rua do comércio, é uma das mais importantes vias em Macapá. Em 04/02/2012 foi exibida uma reportagem na TV-AP contando sua história.  O vídeo foi exibido em homenagem ao aniversário da cidade, com imagens de Inival Silva e reportagem de  Evandro Luiz

Os pontos apresentados foram:

- Todo macapaense passa pelo menos uma vez na vida na Rua Cândido Mendes. Se a economia vai bem, é lá que esse reflexo é logo sentido e a rua leva o nome de um político que defendeu a emancipação do Amapá. A Cândido Mendes faz parte da história da capital e como centro financeiro se tornou uma das principais referências. 
Rua Cândido Mendes, década de 1960 (Acervo Histórico do Amapá)
Rua Cândido Mendes, década de 1980 (Foto da Revista Veja, Março/1982)
Rua Cândido Mendes, 1996 (Foto do acervo da Biblioteca Ambiental da SEMA em Macapá)
Rua Cândido Mendes, 2011 (Foto: Rogério Castelo)
Olha o caos nos horários de maior movimento!
- A Igreja de São José, o Museu Joaquim Caetano da Silva, a Fortaleza de São José e o Mercado Central delimitam o espaço que tem como referência a Rua Cândido Mendes, a principal via do comércio de Macapá. (Ei amigos! O Teatro das Bacabeiras não pode ficar de fora dessa lista de referências, heim!!) A cidade cresceu, mas é ainda nesse perímetro que a maioria dos amapaenses se encontram. Eles vêm de diversos pontos da capital.
Imagens do vídeo
- Assim como muitas outras cidades, Macapá apareceu e cresceu às margens do rio e a Rua Cândido Mendes foi a principal rota para a escoação dos produtos que chegavam nas embarcações. 
Eita! A foto não é muito nítida, mas é Macapá no início do século XX, nas adjacências da Fortaleza, às margens do rio Amazonas (Acervo Histórico do Amapá). Para quem não conhece a cidade, a Cândido Mendes é a rua que passa ao lado da Fortaleza. Descobre aí! 
- No começo, diferente de hoje, os comércios e casas eram construídos em madeira. Parte dessa história está contada no livro do professor Paulo Cambraia sobre os regatões (barcos-comércio que ajudaram a cidade a dar os primeiros passos). "A Cândido Mendes tem importância histórica para a cidade, que tem importância para a Amazônia desde o período colonial. Antigamente tinha um chavão que dizia Macapá, Cidade Jóia da Amazônia!. De fato, Macapá sempre foi uma jóia para a Coroa Portuguesa, depois para o Império Brasileiro, principalmente por conta do ponto estratégico onde se encontra, e a Cândido Mendes sempre foi referência." (Paulo Cambraia )

- No Centro antigo haviam apenas oito ruas. Todas ganharam novas designações e a única que permaneceu com o mesmo nome foi a São José. O padroeiro de Macapá resistiu às mudanças do tempo.

Cândido Mendes
A rua por onde todo mundo hoje passa antes era Rua Formosa, depois passou a homenagear um político importante do nosso passado. Cândido Mendes foi um senador maranhense que durante muito tempo defendeu a separação entre Pará e Amapá e hoje nomeia a principal rua do comércio da capital, que serve de termômetro para a economia do estado (Veja mais informações no blog do historiador Edgar Rodrigues - AQUI). Se o comércio e as vendas estão em alta, o movimento da Rua Cândido Mendes é grande. O efeito é sentido em outros setores: novas construções, geração de empregos e recolhimento de novos impostos.

- "As maiores empresas, as mais tradicionais, estão na Cândido Mendes. Claro que saíram para outros bairros, mas os bancos ficavam todos em volta, uns na Cândido Mendes  e outros nas ruas adjacentes. Fez com que aí ficasse o centro empresarial e financeiro de Macapá (Ladislao Monte - Presidente da Fecomercio/2012)

Rua Cândido Mendes (Foto de Hugo Leão Portal)
- A Rua Cândido Mendes é mais que uma via pública, é um ponto de referência, de encontro, e por mais que as pessoas passem apressadas por aqui sem se conhecerem elas também deixam suas pegadas na história da capital. A rua que é a cara de Macapá é também encontro de reunião de quem vive aqui.
  

terça-feira, 29 de abril de 2014

Pregador Luo (Árvore de Bons Frutos)

"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará."
(Salmo1:1-3)


"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei."
(Gálatas 5:22-23)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Arte no Amapá: A IX ALDEIA DE ARTES SESC POVOS DA FLORESTA 2014 e a exposição de Afrane Távora

A ALDEIA DE ARTES SESC POVOS DA FLORESTA é um evento de valorização das artes plásticas promovido pelo SESC, que oportuniza o conhecimento e interação com diversas expressões culturais da Amazônia (teatro, dança, circo, artes visuais e literatura). Oportunidade de descobertas com as  interpretações diferenciadas, na revelação ou consolidação de artistas amapaenses.

AFRANE TÁVORA, artista selecionado, estará apresentando sua arte TUDO NO TODO.

O artista e seu Painel Afro-indígena, na Biblioteca Publica Elcy Lacerda.
(Imagem retiradas do facebook de Afrane)
TUDO NO TODO, está na identidade artística de Afrane,
 muito bem descrita pelo sociólogo e professor José Domingos Junior como:
"A transformação de todos os elementos contidos em todas as possibilidades conscientes e inconscientes da interpretação humana em um movimento contínuo de traços diversos, cores expressivas, texturas e suportes tridimensionais ainda que a mesma obra instigue diferentes leituras e interpretações." 
 Imagens retiradas do facebook de Afrane
A Base e a Amazonia (homenagem para o povo do Municipio de Amapá).
Exemplo da pintura digital, possibilidade trabalhada também pelo artista
(Imagem retirada do facebook de Afrane)
"O caráter social está impregnado na obra de Afrane Távora (historiador de formação pela Universidade Federal do Amapá), artista acima de tudo com sua linguagem única, mas não exclusiva, com o máximo de seres e elementos em contexto num universo de perspectivas e possibilidades de sensações na arte. O TUDO que se transforma em TODO é a continuidade de possibilidades que há em uma obra de arte com caráter abrangente, visível e possível às pessoas que com ela se relacionam, transformando continuamente assim suas próprias relações."
(José Domingos Junior)
Para esta mostra, na IX Aldeia de Artes, o artista disponibiliza um conjunto de obras a serem objetos de instalação, com tema voltado a reaproveitamento de material. O Uso de Objetos Descartados. Algumas das obras disponibilizadas serão:
 A natureza parabólica (50 cm de raio - Metal - Tinta Acrílica)
Bizaros (1x 50 cm - Madeira - Tinta Acrílica)
A ultima ceia (2.30 x 1.20 cm - Madeira - Tinta Acrílica)

 ... conhecemos mais um pouco desse singular artista. É esperar agora a exposição.

Veja mais em:
- Mural de Afrane Távora


Contatos com Afrane Távora:

afraneftavora@hotmail.com