As postagens desse blog são em caráter informal e de apego ao saber popular, com seu entusiasmo, exageros, ingenuidade, acertos ou erros.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

... 2014!

Tarde fria, chuvosa... e essas horas pesadas em seu passos... Há uma angustiante solidão nesta biblioteca, hoje tão vazia e com um silêncio gritante. Tédio... Tédio... Eu por aqui... divagando entre essas estantes e... e !!!!!!!!!!!!!!!!!... !!!!!??????????????????? MaS  qUe vUltO é AqUEle esPReiTaNdo poR TrAs dAQueleS LiVRos!!!!!!!?????????
 IÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁUU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

07/01 - Dia Nacional do Leitor

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Imagens de Limão do Curuá (Bailique)

Como toda pessoa que valoriza sua terra, tenho uma vontade grande de conhecer cada canto desse meu Amapá. Há tantos locais, particularidades, beleza, dificuldades, desafios, expressões e identidade que queria ver de perto, me aventurando nas descobertas e aprendizagem. Experimentando e conhecendo rotinas que, às vezes, sequer imaginamos ou minimamente vivenciamos. O Bailique é desses locais que queria conhecer. O arquipélago é distrito de Macapá e tem mais de 40 comunidades distribuídas nas 8 ilhas. Me ponho a investigar e imaginar, principalmente quando vejo imagens como estas que lhes apresento. São fotos gentilmente cedidas pela professora Simone Alves, da comunidade de Limão do Curuá. Apesar das limitações, dá para perceber um pouco da comunidade.

 
Depois de umas dez horas de barco....
Vamos se achegando sumano! Bem-vindos à Limão do Curuá! 
 Ah... É mais uma comunidade ribeirinha, filha do maior rio do mundo!
A comunidade teve a sua origem através da migração de membros da família Bararua provenientes da comunidade de Gurijuba/AP (antiga Confiança) que, ao pescarem na praia desta região, encontraram um molusco chamado Uruá, o qual deu origem ao nome Curuá a está comunidade. (Fonte: some-ensino.blogspot.com.br)
O Bailique está localizado a uns 185 km de Macapá, na foz do Amazonas. Essa comunidade de Limão do Curuá conta hoje, dado informal coletado com residente, com cerca de 300 pessoas.
Na vida ribeirinha, a proximidade com a natureza é uma constante.
Opa! Isso certamente acaba em um mundão de histórias... música para meus ouvidos, nunca cansados para isso. O real e o banal tudo é meu foco de interesse.
Quanta coisa há por descobrir nessas matas, com esse povo...
Com licença pessoal! Estou adentrando um pouco na fantasia que aprecio...  Encontrei o seguinte texto de estudantes pesquisadores do IEPA, sobre Limão do Curuá...
"As estórias de visagens e encantamentos fazem parte do imaginário cultural da comunidade. Na época da Semana Santa e Dia de Finados os moradores não realizam trabalho. Os moradores mais antigos contam que, antigamente, quando se trabalhava nesses dias apareciam dentro da mata visagens e misuras. Como exemplo, contam que há muito tempo atrás o pai de uma moradora saiu para trabalhar na roça e desapareceu na mata sem deixar vestígios e nunca mais apareceu." (Fonte: IEPA)
 
Adentrando um pouco a realidade necessitada de atenção, citando uma delas, vemos aí a escola e sua carência de investimentos. Conheci a professora em busca de material para a biblioteca escolar, reunindo assuntos que são importantes para a comunidade: desmatamento, caça predatória, queimadas e educação ambiental. Há uma crescente disso na localidade.
 
 
Viva o despreendimento para as boas ações! Nas imagens acima vemos uma ação de educação ambiental realizada pelos professores e estudantes na comunidade.
 
 
 
A comunidade comemora no dia 27 de novembro a festa de sua padroeira, Nossa Senhora das Graças, com novenas e procissões. Na comunidade a igreja evangélica também está presente. (Fonte: IEPA)
Foram apenas algumas imagens, sem a dimensão que gostaria realmente de apresentar. Essa é a comunidade de Limão do Curuá, no Bailique. Deu para perceber um pouquinho? Agradeço as imagens à professora Simone Alves.

Veja também:
some-ensino.blogspot.com  (Conhecendo Limão do Curuá - Por Enimara Freitas / 2011)

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Desfile cívico em Macapá - Zona Norte (10/09/2013)

Ontem (10/09/2013) aconteceu o desfile cívico-militar na Rodovia do Curiaú (Zona Norte de Macapá) referente ao 13 de setembro, criação do Território Federal do Amapá. Essas são algumas imagens compartilhadas por Rosa Dalva (Gerente da Biblioteca SEMA-AP).

Exército, polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal de Macapá abriram o desfile para os 1,2 mil alunos das escolas da rede pública da região. 
(Fonte: G1 Amapá)
Banda da Polícia Militar
Pelotão Bombeiro Cidadão
Segundo a Agência Amapá, 17 escolas da Zona Norte participaram com aproximadamente 1.200 alunos.
Pastoral da Criança
Com o tema "Mitos e lendas do povo ribeirinho", os estudantes apresentaram a dança do marabaixo, a lenda do açaí, entre outros, que fazem parte da cultura popular do estado. (Fonte: G1 Amapá)
 
Grupo de Escoteiros Baden-Powell
Agradecimentos à Rosa Dalva, que gentilmente cedeu as fotos para o blog.

Veja Também:

Imagens da Bacia de Acumulação no Canal do Beirol (2013)

Vídeo elaborado por Aline Pinheiro (Ciências Ambientais/UNIFAP) e Rogério Castelo, sobre a bacia de acumulação no Canal do Beirol. Recentemente (julho/2013) recebeu uma limpeza através da prefeitura, havendo a retirada total da vegetação (formada principalmente por aguapés e aningal). 

A bacia em 2012 (Foto: Rogério Castelo)
Limpeza semelhante a esta não ocorria há muitos anos e isto, de certa forma, induziu muitas pessoas a acreditar que a medida foi o suficiente, em ânimos mais exaltados, para classificar a área como um novo ponto turístico. 
A bacia em 2013 (Foto: Rogério Castelo)
Confrontando teoria e prática, são necessárias muitas ações ainda para as boas condições na bacia. 
Limpeza da bacia em julho/2013 (Foto: Rogério Castelo)
Tão necessária quanto a limpeza e drenagem, é também a construção de um muro de proteção, a retirada do lixo (vemos a formação de lixeiras viciadas no momento), a solução à questão de despejo de esgoto doméstico, a sensibilização da população com as práticas de educação ambiental e a construção de calçadas.

...Deveria ter placa sobre a água contaminada...

Foto: Jornal Diário Do Amapá

(Foto: Rogério Castelo)
Possibilidades além do alcance da administração pública? Estão lá para isso... 
Trabalhos de terraplanagem no Canal do Beirol em 1984
Fonte: SEINF - Acervo da Biblioteca SEMA
Esse canal começou a ser construído na década de 80 e até hoje permanece inacabado... 
Foto: Aline Pinheiro
 A bacia e sua situação atual (Foto: Rogério Castelo)
...Semelhante ao que vemos. Não desmerecemos nada, mas, como cidadãos, não estamos alheios às medidas satisfatórias. Precisamos e queremos isso para o canal.

"A natureza nunca nos engana; somos sempre nós que nos enganamos."