As postagens desse blog são em caráter informal e de apego ao saber popular, com seu entusiasmo, exageros, ingenuidade, acertos ou erros.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Família Castelo, a semente de Ana (ontem e hoje)

Essa é uma homenagem a meus familiares, especialmente à minha avó e à minha mãe, Ana e Alzira Castelo. Nikita para os íntimos, minha avó Ana Castelo é uma das pioneiras e moradora das mais antigas do bairro do Trem, hoje com 86 anos, fixando residência nestes cantos desde a década de 50, quando o bairro se limitava às imediações da Praça da Conceição e havia um matagal no que seria futuramente a Rua Hamilton Silva. Naquela época os lotes estavam sendo estabelecidos e distribuídos pela prefeitura. Minha avó e vários de meus parentes, nas proximidades desta rua no Trem, foram contemplados. Como foi comum na época (e ainda hoje assim é) veio da região de ilhas do Pará, com uma história familiar de muitos anos na localidade de Breves. Aqui se estabeleceu no jovem território e continuou sua saga... Minha família! Graças a Deus!

Ana Castelo e filhos (1963)
Da esquerda para a direita: Augusto (Teco), os gêmeos César e Manoel Benedito (Bené), José Maria na janela (conhecido como Mudo, hoje é professor evangélico de classe de ensino especial), Ana com o bebê Antonio, Maria José (Dedeca) e Alzira Castelo (minha mãe, a primogênita da família).
Minha avó teve outros três filhos, que não aparecem na imagem: Maria Helena (vitimada pelo sarampo em Macapá, ainda menina, em 1960), Waldiney (Val, nascido em 1965) e Marcelo Castelo (o caçula, nascido em 1968).
A foto foi registrada na frente de sua casa, na Rua Hamilton Silva por um tipo de profissional diferenciado naqueles tempos, um fotógrafo andarilho, que ia oferecendo seu trabalho de casa em casa.
Ana Castelo e filhos (2014)
Ana e filhos, da esquerda para direita: Maria José, Antônio, César, Marcelo, José Maria, Alzira, Ana, Augusto e Waldiney. Faltou apenas tio Bené!


Veja mais alguma coisa em:

São relatos baseados em histórias de minha avó (sujeitos também a alguns erros).

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Rose Nascimento (Portões Celestiais)

uanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4:8
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4:8
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4:8
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."
Filipenses 4:8
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4:8

Rose Nascimento 
(Portões Celestiais)

Me falaram de um lugar, de um lugar muito distante daqui
Me falaram de um lugar,onde o Rei dos Reis está a reinar
Onde o Todo Poderoso está assentado no seu trono
Recebendo a adoração que vem do nosso coração


Santo, Santo eu irei cantar
Quando eu passar os portões celestiais
Com os anjos para sempre estarei
Bem juntinho bem ao lado do meu Rei (bis)
Cantando um hino em adoração, em louvor
Sempre sempre e nunca mais voltar
 

Em adoração em louvor sempre, sempre e nunca mais voltar (bis)

Hoje eu sei que este lugar não se pode comparar (comparar)
Pois riqueza é o que não falta e coroa até teremos ali
Cantaremos com os anjos voaremos com os arcanjos
Onde livre viveremos e pra sempre então diremos
 
Aleluia, Aleluia, Aleluia...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

... 2014!

Tarde fria, chuvosa... e essas horas pesadas em seu passos... Há uma angustiante solidão nesta biblioteca, hoje tão vazia e com um silêncio gritante. Tédio... Tédio... Eu por aqui... divagando entre essas estantes e... e !!!!!!!!!!!!!!!!!... !!!!!??????????????????? MaS  qUe vUltO é AqUEle esPReiTaNdo poR TrAs dAQueleS LiVRos!!!!!!!?????????
 IÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁUU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

07/01 - Dia Nacional do Leitor